quarta-feira, 3 de maio de 2017

Dia de Pentecostes - Ano A

Dia de Pentecostes
Vinde Espírito Santo!
At 2.1-11 / Sl 104.1,24,29-34 / I Co 12.3-7,12,13 / Jo 20.19-23.

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O Dia de Pentecostes é a celebração da inauguração da Igreja do Senhor.
Jesus foi aos céus e enviou seu Espírito para morar conosco. Hoje precisamos do Espírito Santo para vivermos o Evangelho de Deus e realizar sua missão no mundo. Sem o poder de Deus não conseguiremos dar um passo. Sem o divino Espírito Santo nada realizaremos.

I. O Sopro do Espírito Santo - Jo 20.19-23
Jesus ressuscitado apareceu aos discípulos e soprou sobre eles o Espírito Santo. Em João 20.21,22 está escrito: “Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio. E, havendo dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo”.
Cinquenta dias após a Páscoa, no dia de Pentecostes, Deus enviou o Espírito Santo e todos foram cheios do poder de Deus.
É impossível fazer a obra de Deus sem o poder do Espírito Santo. Ele é o consolador enviado por Deus para estar ao nosso lado.
Hoje o Pai e o Filho estão no céu e o Espírito Santo está ao nosso lado para nos ajudar a realizar a missão de Deus no mundo.
Tudo é possível porque o Espírito Santo está constantemente conosco. Jesus soprou sobre nós e nos enviou para fazer a vontade de Deus.
Assim como o Pai enviou Jesus, nós fomos enviados, cheios do Espírito Santo, para ganhar almas e realizar sinais e maravilhas para a glória de Deus.

II. As Línguas de Fogo do Espírito Santo - At 2.1-11
Atos 2 fala do cumprimento da promessa de Deus ao enviar o Espírito Santo sobre a Igreja.
O Pentecostes é uma festa dos judeus que ocorre 50 dias após a Páscoa. Eles celebram o dia em que Deus deu a Lei ao povo Hebreu no Monte Sinai.
Neste exato dia de Pentecostes os discípulos foram cheios do Espírito Santo e testemunharam do amor de Cristo. Quase três mil pessoas foram batizadas pelo poder de Deus na vida dos apóstolos.
No Antigo Testamento a Lei foi escrita em pedras, mas Deus prometeu escrever a lei no coração das pessoas (Leia Jr 31.33).
No dia em que os judeus comemoravam a lei escrita em pedras no Sinai, Deus derramou o Espírito Santo e escreveu as leis no coração dos discípulos.
Com o poder do Espírito Santo a igreja avançou ganhando almas, consolidando e fazendo novos discípulos.
Os apóstolos receberam línguas de fogo e falaram o idioma dos estrangeiros (judeus que moravam em outros países) que estavam na Festa de Pentecostes. Cada estrangeiro ouviu a pregação em sua própria língua. Foi um sinal que trouxe libertação.
O texto diz que (2-4) “de repente, veio do céu um som, como de um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam assentados. E apareceram, distribuídas entre eles, línguas, como de fogo, e pousou uma sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem”.
Com o poder do Espírito Santo a Igreja teve sua primeira expansão e cumpriu o Ide de Jesus.

III. O Poder Criador do Espírito Santo - Sl 104.1,24,29-34
O Salmo 104.30 diz: “Envias o teu Espírito, eles são criados, e, assim, renovas a face da terra”.
Em muitas igrejas, pelo mundo, este versículo é cantado no Dia de Pentecostes. É a profecia da vinda do Espírito Santo.
Deus envia o Espírito e Ele cria tudo novo. Com esta ação do Espírito Santo, a face da terra é renovada.
Precisamos do Espírito Santo para sermos pessoas novas. Renovadas diariamente. O Dia de Pentecostes sinalizou um novo tempo na vida dos apóstolos. Antes eles viam Jesus atuar. Agora, cheios, do Espírito Santo, eles passaram a exercer o ministério de Jesus no mundo com poder e autoridade.
Hoje precisamos clamar para que o Espírito Santo venha sobre nós e renove nossas vidas, nossas igrejas e nossas famílias. Somente com o Espírito Santo seremos pessoas renovadas.

IV. Os Dons do Espírito Santo - I Co 12.3-7,12,13
Paulo diz aos Coríntios que o Espírito Santo nos leva a Jesus. Ele nos ensina a aceitar o Senhorio de Cristo (3) e nos capacita com dons.
Os dons, os serviços e as realizações são diferentes, mas é o mesmo Espírito que opera tudo em todos (4-6). “A manifestação do Espírito é concedida a cada um visando a um fim proveitoso”(7).
Ele nos leva a unidade e nunca a divisão. Somos muitos membros de um único corpo. Todos nós bebemos de um único espírito. “Pois, em um só Espírito, todos nós fomos batizados em um corpo, quer judeus, quer gregos, quer escravos, quer livres. E a todos nós foi dado beber de um só Espírito” (13). Os Dons do Espírito Santo nos auxilia na realização da Obra de Deus. Sem os dons não temos as ferramentas necessárias para a obra. Ainda que tenhamos boa vontade, nada será feito.

Conclusão:
            Precisamos manter diariamente uma comunhão com o Espírito Santo. Ele precisa ser nosso amigo diário. Precisamos ouvir sua voz e realizar sua vontade. Com o poder do Espírito Santo realizamos o que jamais conseguiríamos realizar sem Ele. Devemos orar diariamente: “Venha Espírito Santo e renove minha vida”.


Oração
Deus Onipotente, neste dia abriste o caminho da vida eterna a toda raça e nação pela dádiva prometida do teu Santo Espírito, espalha este dom pelo mundo inteiro, mediante a proclamação do Evangelho, para que alcance os confins da terra; por Jesus Cristo, nosso Senhor, que vive e reina contigo e com o Espírito Santo, um só Deus, agora e sempre. Amém

Eu e minha família no Cenáculo - local do Pentecostes - Veja vídeo:



Ascensão do Senhor - Ano A

Ascensão do Senhor
A Ascensão do Senhor e o Discipulado
Ato 1.1-11 / Sl 47.2,3,6-9 / Ef 1.17-23 / Mt 28.16-20.

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            Quarenta dias após a Páscoa, o Senhor Jesus foi levado aos céus e se assentou a direita de Deus Pai.  Este dia é chamado de Ascensão do Senhor. Este ato de Jesus está relacionado a missão, a esperança, a vida de adoração e a autoridade espiritual dos discípulos.

I. A Ascensão do Senhor e a Missão dos Discípulos - Mt 28.16-20
Antes de Jesus ser ascender aos céus e voltar para a casa do Pai, ele levou os discípulos a um monte da Galiléia. Uns adoraram e outros duvidaram (17).
Jesus falou da autoridade que recebeu sobre o céu e sobre a terra (18) e com esta autoridade, ordenou os discípulos a fazerem novos discípulos.
Ele disse (19,20): “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século”.
Jesus foi aos céus e nos deixou a missão de fazer novos discípulos para o Reino de Deus.

II. A Ascensão do Senhor e a Esperança dos Discípulos - Ato 1.1-11
Atos 1 descreve a Ascensão do Senhor e a esperança dos discípulos.
Jesus ressuscitado ordenou que os discípulos permanecessem em Jerusalém e esperassem a promessa do Batismo com o Espírito Santo (4,5). Eles receberiam poder do céu e seriam testemunhas em todos os lugares (8).
O livro de Atos diz que (9): “Ditas estas palavras, foi Jesus elevado às alturas, à vista deles, e uma nuvem o encobriu dos seus olhos”.
Neste instante aparecem dois varões vestidos de branco e dizem (11): “Varões galileus, por que estais olhando para as alturas? Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir”.
Os discípulos ficaram com a esperança do poder do Espírito Santo e com a promessa da volta do Senhor nas nuvens.
Estas devem ser nossas duas maiores esperanças: Jesus prometeu Espírito Santo para nos capacitar para a missão e em breve voltará para buscar a Igreja.



III. A Ascensão do Senhor e o Louvor dos Discípulos - Sl 47.2,3,6-9
O Salmo 47 fala profeticamente da subida de Cristo aos céus no dia de sua ascensão. É um louvor ao soberano Rei que, no céu, está acima de todas as nações.
Os discípulos do Senhor reconhecem que Ele é o Rei tremendo sobre toda a terra (2) e que está acima de todas as nações (3).
Jesus é o Rei que subiu aos céus no dia de Sua Ascensão. Por isso celebramos o Senhor (6,7): “Salmodiai a Deus, cantai louvores; salmodiai ao nosso Rei, cantai louvores. Deus é o Rei de toda a terra; salmodiai com harmonioso cântico”.
O salmista diz que Deus reina sobre as nações e se assenta em seu santo trono (8). Ele se exaltou gloriosamente (9).
Devemos todos os dias erguer nossa cabeça para o céu e louvar ao Senhor Jesus que está assentado a destra de Deus Pai. Ele é soberano e conduzirá nossa vida em vitória.

IV. A Ascensão do Senhor e a autoridade dos Discípulos - Ef 1.17-23
Na Ascensão do Senhor a Igreja ficou capacitada para exercer, com autoridade, o poder de Deus.
Paulo diz aos Efésios que precisamos, para entender nossa autoridade, do Espírito de sabedoria e revelação em Cristo (17).
Nossos olhos precisam ser iluminados para reconhecermos a esperança e a riqueza da glória de Cristo em nossa vida (18). Precisamos conhecer o poder que veio sobre nós que cremos (19). Este poder fez Jesus ressuscitar dentre os mortos e, em sua Ascensão, o fez assentar em lugares celestiais (20).
            Na ascensão Jesus ficou acima de todo principado, e potestade, e poder, e domínio, e de todo nome que se possa referir não só no presente século, mas também no vindouro (21) e pôs todas as coisas debaixo dos pés e, para ser o cabeça sobre todas as coisas, o deu à igreja (22).
Quem não conhece sua identidade em Cristo, não consegue exercer a autoridade que tem.

Conclusão:
No Dia da Ascensão o Senhor Jesus voltou ao Pai e se assentou em seu trono novamente. Ele intercede por nós para que cumpramos a Missão, permaneçamos na esperança, vivamos em adoração e exerçamos nossa autoridade espiritual. Em Cristo somos mais que vencedores.

Oração
Senhor soberano, teu Filho ascendeu em triunfo para governar todo o universo em amor e glória; faz que todos os povos reconheçam a autoridade do seu reino. Mediante Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.

Eu e minha família na Igreja do Pai Nosso, antiga igreja da Ascensão de Cristo, no monte das Oliveiras - 












6º Domingo da Páscoa - Ano A

6º Domingo da Páscoa
A Missão dos Discípulos
At 8.5-8,14-17 / Sl 66.1-7,16,20 / I Pe 3.15-18 / Jo 14.15-21.

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            Jesus veio ao mundo para pregar o Evangelho, morrer e resuscitar. Ao voltar para o céu, Ele deixou seus discípulos com a missão de guardar os mandamentos, viver cheios do Espírito Santo, testemunhar os feitos de Deus e andar em santidade. Este é o trilho que devemos seguir para termos uma vida bem-sucedida diante de Deus e dos homens. 

I. Guardar os mandamentos - Jo 14.15-21
Quem ama Jesus guarda seus mandamentos (15). É fruto do amor e não fruto de mera obrigação. Contudo, só conseguimos viver os mandamentos do Senhor por causa da presença do Espírito Santo.
Jesus garantiu aos apóstolos que iria pedir ao Pai outro consolador para que estivesse sempre com eles (16). Este consolador é Espírito Santo que somente os discípulos poderiam receber (17). O consolador assumira o lugar de Jesus na vida da igreja (18). Ele é o Espírito de Jesus presente conosco.
Através do Espírito Santo os apóstolos continuariam vendo Jesus (19), estariam unidos ao Pai e ao Filho (20) e conseguiriam guardar os mandamentos.
Jesus diz (21): “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele”.

II. Viver cheios do Espírito Santo - At 8.5-8,14-17
Como discípulos do Senhor, precisamos ser cheios do Espírito Santo.
O livro de Atos diz que Filipe foi anunciar Cristo em Samaria (5) e por causa dos sinais que operava, as multidões lhe atendiam (6). Havia libertação e curas (7) e grande alegria (8).
Os samaritanos foram batizados, mas ainda não tinham o Espírito Santo. Por isso que Pedro e João são enviados a Samaria para que os novos discípulos recebessem o Espírito (14,15). O texto diz que (17): “Então, lhes impunham as mãos, e recebiam estes o Espírito Santo”.
Após o Batismo nas águas, precisamos buscar o Espírito Santo. Viver cheio do Espírito Santo significa ter poder para realizar a vontade de Deus em todas as áreas de nossa vida. O Espírito Santo, a Terceira Pessoa da Trindade, é o presente que Jesus e o Pai nos enviaram. Precisamos desejar viver cheios do Espírito Santo.

 III. Testemunhar os feitos de Deus - Sl 66.1-7,16,20
Tudo que Deus tem realizado em nossa vida precisa ser testemunhado para a glória do Senhor e a salvação dos homens.
No Salmo 66, toda a terra é convidada a louvar ao Senhor (1-3), adorá-lo (4) e ver as Suas obras tremendas (5).
Precisamos testemunhar que Deus governa eternamente (7) e o que Ele tem realizado em nossa vida. O Salmista diz (16): “Vinde, ouvi, todos vós que temeis a Deus, e vos contarei o que tem ele feito por minha alma”.
Todos precisam saber que Ele não rejeita a nossa oração e nem aparta de nós a sua graça (20).
Será através do nosso testemunho que as vidas serão salvas e libertas.

IV. Andar em santidade - I Pe 3.15-18
Crendo no Senhor ressuscitado, precisamos andar em santidade. Nossa vida e palavras precisam ser diferentes.
Precisamos estar santificados e preparados para responder a todos que pedirem a razão da nossa esperança (15).
Devemos ter bom procedimento diante dos que nos acusam. É exigido de nossa parte mansidão, temor a Deus e boa consciência (16).
Mesmo diante do sofrimento e da perseguição, precisamos perseverar em santidade. Pedro diz (17): “porque, se for da vontade de Deus, é melhor que sofrais por praticardes o que é bom do que praticando o mal”.
Jesus é o nosso modelo de santidade. Ele morreu para nos conduzir a Deus. Sofreu na carne, mas foi vivificado no espírito (18).
Nunca deixe o caminho da santidade por causa dos problemas e perseguições. Permaneça sendo o que Deus deseja que sejas.

Conclusão:
O discípulo de Cristo sempre é vencedor. Nosso compromisso é guardar os mandamentos, viver cheios do Espírito Santo, testemunhar os feitos de Deus e andar em santidade. Nada poderá impedir a obra de Deus em nossa vida.

Oração
Pai eterno, o teu reino vai além do espaço e do tempo; concede que neste mundo de constantes mutações nos fixemos naquilo que permanece para sempre. Mediante Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.







5º Domingo da Páscoa - Ano A

5º Domingo da Páscoa
A Vitória do Crente
At 6.1-7 / Sl 33.1,2,4,5,18,19 / I Pe 2.4-9 / Jo 14.1-12.

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A palavra de Deus no 5º Domingo da Páscoa fala do poder da fé. Somos convocados a crer para termos uma vida de milagres, de serviço, de louvor e de identidade. Aquele que crê no Senhor tem uma vida de vitória em todos os aspectos.

I. Crer para uma vida de milagres - Jo 14.1-12
Em João 14 Jesus está despedindo de seus discípulos. Não precisariam ter o coração conturbado. Deveriam apenas crer (1).
Ele retornaria para a casa do Pai a fim de preparar lugar para seus discípulos (2,3). Ele é o caminho, a verdade e a vida (6).
O relacionamento com o Filho significa pleno relacionamento com o Pai (7).
Quem vê o Filho, vê o Pai (9). Jesus diz a Filipe (10): “Não crês que eu estou no Pai e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo não as digo por mim mesmo; mas o Pai, que permanece em mim, faz as suas obras.
Aquele que consegue crer no Filho e no Pai terá uma vida de milagre. Jesus diz (12): “Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço e outras maiores fará, porque eu vou para junto do Pai”.
Crer no Filho gera uma vida de milagres. É a fé em Jesus que restaura todas as coisas.

II. Crer para servir- At 6.1-7
Atos 6 fala da organização da Ordem diaconal. A palavra diácono vem da do grego diaconia, que significa serviço. Contudo, a diaconia não poderia ser realizada por qualquer pessoa. O serviço para Deus só pode ser realizado pela fé.
Atos diz que enquanto os apóstolos cuidavam da oração e da pregação da Palavra de Deus, os diáconos deveriam cuidar da distribuição do alimento entre os pobres.
Este serviço era muito importante e teria que ser feito por pessoas capacitadas na fé. A igreja teve que escolher sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria (3). Pessoas crentes e com reputação.
A igreja elegeu (5) Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Pármenas e Nicolau.
A fé gerava crescimento da pregação da Palavra de Deus e multiplicava o número dos discípulos. Muitos sacerdotes se converteram (7).
O critério dos apóstolos era: qualquer coisa que façamos na obra de Deus precisa ser feita com fé. Por isso precisamos crer para servir. Quem serve a Deus (seja que serviço for) sem fé, não consegue agradar ao Senhor e fazer um serviço perfeito. Tenho que crer para servir.

III. Crer para louvar - Sl 33.1,2,4,5,18,19
O salmista convida o povo a exultar a Deus (1). Os retos, aqueles que creem e dirigem sua vida pela fé, dão o perfeito louvor.
Os retos louvam a Deus por que a Palavra é reta e todo proceder do Senhor é fiel (4). Deus ama o que é certo (5). Ele olha para os que o temem e esperam sua misericórdia (18). Traz livramento e conserva a vida (19).
Deus chama pecadores para que sejam retos pela graça. Restaurados pela Graça temos condições de louvar a Deus com fé. Por isso, tenho que crer para louvar.

IV. Crer para assumir a identidade sacerdotal - I Pe 2.4-9
            A igreja é chamada de sacerdote santo do Senhor. Porém, só conseguimos ser o que Deus deseja que sejamos se crermos.
Pedro diz que Jesus é a nossa pedra viva, eleita e preciosa (4).Nós, em Cristo, somos também transformados em pedras vivas. Somos casa espiritual de Deus (5).
Cremos em Cristo, a pedra angular, e nunca seremos envergonhados (6). Jesus é para nós a pedra preciosa, mas para os que se perdem é pedra de tropeço (7,8).
Por crermos na Pedra angular que é Jesus, agora somos (9) “raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamar as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”.
Precisamos crer para assumir nossa identidade sacerdotal. Crer para viver em vitória. Crer para ser o que Deus deseja que sejamos.

Conclusão:
            Movemos-nos pela fé. Através da crença em Jesus Cristo, somos transformados em discípulos. Vivemos e caminhamos nos milagres, louvamos e adoramos de coração, serviços com alegria e avançamos em nosso ministério sacerdotal. Somos mais que vencedores. Cremos e somos abençoados.


Oração
Deus Todo-poderoso, só Tu podes dominar as nossas desregradas vontades e paixões; dá-nos a graça de amar os teus mandamentos e desejar veementemente as tuas promessas, para que, através das mudanças e desvarios deste mundo, os nossos corações se fixem onde estão as verdadeiras alegrias. Mediante Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.






4º Domingo da Páscoa

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4º Domingo da Páscoa
O Bom Pastor
At 2.14,36-41 / Sl 23 / I Pe 2.20-25 / João 10.1-10


É uma grande alegria saber que temos Jesus como o nosso Bom Pastor. Ele nos chama de Suas ovelhas, conhece nosso nome e nossas necessidades. Alimenta-nos e nos cura. Ser ovelha do Bom Pastor é sinônimo de uma vida de paz, tranquilidade e alegria, mesmo em meio às lutas e aos vales da sombra da morte. Quem é ovelha do Bom Pastor sempre será feliz. O 4º Domingo da Páscoa é o Dia do Bom Pastor.

I. Jesus ama suas ovelhas - João 10.1-10
            Não há desespero quando sabemos quem é o nosso Pastor. Os presbíteros da Igreja (pastores) são apenas auxiliares do Bom Pastor. Contudo, o verdadeiro e único pastor é Jesus Cristo.
O Evangelho diz que Ele entra pela porta (2), chama Suas ovelhas pelo nome (3), vai à frente delas (4), e elas O seguem porque reconhecem a voz (4).
            Como Bom Pastor Jesus também é a porta que dá a vida e vida em abundância (9,10).
Jesus diz: “Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas. Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem a mim, assim como o Pai me conhece a mim, e eu conheço o Pai; e dou a minha vida pelas ovelhas”. (Jo 10.11,14,15).
Todo relacionamento de Jesus com seus discípulos é baseado no amor do Bom Pastor pelas ovelhas.

II. Jesus busca novas ovelhas - Atos 2.14,36-41
            Em João 10.16, Jesus diz: “Ainda tenho outras ovelhas, não deste aprisco; a mim me convém conduzi-las; elas ouvirão a minha voz; então, haverá um rebanho e um pastor”.
            Jesus continua buscando novas ovelhas para serem cuidadas e abençoadas.
Em Atos 2, Pedro, cheio do Espírito Santo, prega aos judeus que estavam em Jerusalém celebrando o Dia de pentecostes (14).
Ele anuncia que Jesus é o Senhor e o Cristo (36). Esta palavra tocou o coração dos ouvintes e perguntam (37): Que faremos, irmãos?
Pedro então os convida ao arrependimento (38): “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo”.
Por causa da pregação de Pedro, quase três mil pessoas foram batizadas no mesmo dia e se tornaram ovelhas do Bom Pastor.
Jesus continua procurando novas ovelhas para o seu aprisco. Ele veio buscar, libertar e curar as ovelhas doentes e desgarradas.

III. Jesus cuida de suas ovelhas - Salmo 23
O Bom Pastor não deixa nada faltar. Ele cuida das ovelhas levando a pastos verdes e águas tranquilas. Alimenta e protege. Faz com que a bondade e a misericórdia as acompanhem para sempre.  
Davi tinha zelo e amor por suas ovelhas. Ele sabia que Deus também tem total cuidado por nossas vidas, por isso escreveu o Salmo 23.
Não estamos sozinhos ou jogados no mundo. Temos um Bom Pastor que cuida de cada detalhe de nossa existência.

IV. Jesus sofre por suas ovelhas - I Pedro 2.20-25
            Jesus é o Bom Pastor que deu a vida por suas ovelhas. Pedro nos convida a seguir o exemplo de Jesus que é o nosso Bom Pastor, mas também foi exemplo de ovelha levada ao matadouro.
Pedro nos ensina que o discípulo agrada a Deus quando é perseguido e suporta tudo com paciência (20) seguindo o modelo do Senhor.
Jesus é o exemplo que devemos seguir (21): “Porquanto para isto mesmo fostes chamados, pois que também Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos exemplo para seguirdes os seus passos”.
Como ovelha (22), Jesus não cometeu pecado, nem dolo algum se achou em sua boca. Não revidou, não fez ameaças (23). Tudo entregou nas mãos do Pai.
Como ovelha muda que vai ao matadouro, ele carregou no madeiro os nossos pecados para que possamos viver para as justiça. Pelas chagas de Cristo fomos sarados (24).
Éramos ovelhas desgarradas. Hoje nos convertemos ao Pastor e Bispo de nossas almas, Jesus Cristo, o Bom Pastor. Pedro diz (25): “Porque estáveis desgarrados como ovelhas; agora, porém, vos convertestes ao Pastor e Bispo da vossa alma”.
Jesus sofreu como ovelha para conhecer o sofrimento das ovelhas. Hoje Ele é o Bom Pastor que conhece a vida da ovelha em profundidade.

Conclusão:
Jesus é o nosso Bom Pastor. Estamos seguros em seus braços. Precisamos ser gratos, confiantes e felizes. Mas também precisamos auxiliar o Bom Pastor a recolher novas ovelhas para seu aprisco. Nossa missão é auxiliar o Bom Pastor.

Oração
Ó Deus, cujo Filho Jesus é o Bom Pastor do teu povo; concede que, quando ouvirmos sua voz, reconheçamos Aquele que nos chama cada um pelo nome e o sigamos para onde nos conduz; o qual vive e reina contigo e com o Espírito Santo, um só Deus, agora e sempre. Amém.

Vídeo: Eu e minha família em Jericó, na Igreja do Bom Pastor.




quarta-feira, 26 de abril de 2017

3º Domingo da Páscoa - Ano A

3º Domingo da Páscoa
O Caminho de Emaús e a Graça de Deus
At 2.14-,22-23 / Sl 16 / I Pe 1.17-21 / Lucas 24.13-35

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Neste Terceiro Domingo da Páscoa, meditamos no Caminho de Emaús. Este Evangelho sinaliza a Graça de Deus que nunca desiste de nós. É a graça que nos busca, nos leva a Cristo, nos sustenta e nos enche de esperança.

I. A graça de Deus nos busca - Lucas 24.13-35
Lucas 24 relata o encontro de Jesus com dois discípulos na tarde do domingo da ressurreição.
Os discípulos deixaram Jerusalém e estavam indo para a aldeia chamada Emaús que ficava distante 10 km (1). Conversavam sobre os acontecimentos da paixão de Cristo (14).
Jesus se aproxima e caminha junto (15), mas não conseguiram reconhecê-lo pela tristeza do coração (16).
O Senhor pergunta sobre o que estavam conversando. Entristecidos, relatam o sofrimento e a decepção com relação a morte do Senhor (17-21) e a incredulidade com relação a sua ressurreição (22-24).
Jesus vê a necessidade de explicar as Escrituras (25-27).
            Ao entardecer, o constrangeram a ficar na aldeia (28,29). Jesus entra, assenta na mesa, toma o pão, abençoa e o parte. Com isso seus olhos são abertos e o Senhor Jesus desaparece da presença deles (30-31). Admirados voltam a noite para Jerusalém e relatam o fato de terem reconhecido Jesus no partir do pão (32-35).
            A graça de Deus buscou os dois discípulos que estavam deixando a comunhão da igreja de Jerusalém e consequentemente, deixando de participar da festa da ressurreição.
            Aprendemos neste Evangelho que a graça de Deus nos busca. O Senhor não desiste de nós. Ele não abre mão de nossa presença na igreja. Ele quer que estejamos na comunhão da alegria da ressurreição.  

II. A Graça de Deus nos leva a Cristo - Atos 2.14,22-23
Em Atos 2 Pedro, cheio do Espírito Santo, testemunha aos judeus em Jerusalém sobre a pessoa de Cristo (14).
Ele fala dos milagres do Senhor (22) e que, por permissão de Deus, foi entregue pelos judeus para ser crucificado pelos romanos (23).  
            Contudo, Deus o ressuscitou (24) para cumprir o Salmo de Davi (Salmo 16) (25-28).
            Pedro testemunha que Jesus é o descendente de Davi que Deus jurou que assentaria em seu trono (30).
            A Graça de Deus fez Pedro levar quase três mil judeus a Cristo pela conversão e pelo batismo. Testemunhou o sofrimento, morte e ressurreição de Jesus e a graça alcançou a muitos.
            Cremos na graça que tem o poder de levar vidas a Cristo. É o Espírito Santo que nos auxilia a aceitar o plano da Salvação e confiar no Senhor para a vida eterna.




III. A Graça de Deus nos sustenta - Salmo 16
            O Salmo 16 fala da Ressurreição do Messias. É um salmo messiânico e profético.
Mas ele também nos ensina a confiar no Senhor que nos sustenta.
O Salmista pede proteção e refúgio (1) e declara com confiança (2): “Tu és o meu Senhor; não tenho bem nenhum além de ti”.
Davi tem a alegria nos fiéis da terra (nos fiéis da igreja) (3) e declara que Deus é sua garantia de futuro (5). Sabe que o Senhor o escuta e ensina (7). Tem certeza de que não será abalado (7).
Esta confiança é o motivo de sua alegria e tranquilidade (9).
Além de profetizar a ressurreição do Senhor (10), ele declara o sustento de Deus e a alegria da fé (11): “Tu me farás conhecer a vereda da vida, a alegria plena da tua presença, eterno prazer à tua direita”.




IV. A Graça de Deus nos faz viver em Esperança - I Pedro 1.17-21
Pedro ensina a igreja a viver em esperança no Senhor ressuscitado mediante a graça.
A graça nos leva a viver o temor do Senhor que produz esperança e fé.
Pedro diz que por conhecermos a Deus, precisamos viver com temor o tempo da nossa “peregrinação” (7).
Observe o nosso valor: não fomos resgatados por dinheiro, mas pelo sangue precioso de Jesus (18,19). Foi um plano de Deus preparado antes da fundação do mundo (20).
Vivemos na confiança e na verdadeira esperança, pois a nossa esperança está em Deus (21).
Somos mais do que vencedores. Fomos comprados pelo Sangue de Jesus e agora somos de Deus. Ele nos criou e nos comprou. Somos dele duas vezes.
Por isso, com confiança, precisamos olhar para frente e seguir na fé e na esperança.

Conclusão:
            A graça do Senhor buscou os caminhantes de Emaús. O Jesus ressuscitado deseja que todos vivam a festa da ressurreição. A alegria da Páscoa é para todos os discípulos. Seja um discípulo do Senhor e sua vida nunca mais será a mesma.

Deus Todo-poderoso, tu mostras a luz da verdade aos que erram para que regressem ao caminho da retidão; ajuda os que são de Cristo a renunciar a tudo que se oponha à fé que professam e a andar nos passos do divino Mestre. Mediante Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.


Eu e minha família no Caminho de Emaús - 


quarta-feira, 19 de abril de 2017

2º Domingo da Páscoa - Ano A

2º Domingo da Páscoa
A Misericórdia do Senhor
At 2.42-47 / Sl 118.1-4, 13-15, 22-24 / I Pe 1.3-9 / João 20.19-31

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O Segundo domingo da Páscoa fala do Cristo Misericordioso que aparece a Tomé. Nosso roteiro irá da trabalhar a fé na misericórdia do Senhor. Esta fé nos restabelece para uma vida de vitória, testemunho e serviço. Vamos ler o Evangelho do Jesus Misericordioso e ver a vida e a fé da igreja primitiva. Seremos desafiados a viver em celebração e agir na confiança, mesmo nos momentos mais difíceis.

I. O Jesus Misericordioso - João 20.19-31
Em João 20.19-31 está registrado que Jesus ressuscitado aparece aos apóstolos na noite de domingo (19) e ministra a paz (19), a alegria (20), o comissionamento (21), o Espírito Santo (22) e o poder para perdoar pecados (23).
            Contudo, Tomé não estava presente quando Jesus veio (24) e por não ter tido a experiência de ver Jesus, agiu com incredulidade (25).
            Por isso, Jesus em sua misericórdia, aparece oito dias depois e diz a Tomé (27): “Põe aqui o dedo e vê as minhas mãos; chega também a mão e põe-na no meu lado; não sejas incrédulo, mas crente”. Tomé é restaurado pela misericórdia do Senhor e diz (28): “Senhor meu e Deus meu”!
Jesus declara (29): “Porque me viste, creste? Bem-aventurados os que não viram e creram”. O autor do Evangelho conclui que os sinais (31) “foram registrados para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome”.
Os sinais foram registrados para que creiamos no Senhor. Contudo a nossa incredulidade pode nos atrapalhar de viver o melhor de Deus. Por isso necessitamos do Jesus misericordioso que vem renovar nossa vida e nos dá nova chance.
Você já agiu com incredulidade? Hoje você precisa da misericórdia de Deus para que área de sua vida? Tomé não estava na igreja e perdeu as bênçãos das ministrações do Senhor. O que aprendemos com esta história?

II. A Igreja do Jesus misericordioso - Atos 2.42-47
            A Igreja primitiva permaneceu firme na fé porque confiava no Jesus misericordioso.
            Atos 2.42-47 diz que a comunidade firmada na misericórdia do Senhor, perseverava na doutrina dos apóstolos, na comunhão, no partir do pão e nas orações (42). Havia temor, sinais e prodígios (43). A unidade era notória (44) e o amor estava presente no desprendimento e na caridade (45).
            Os discípulos reuniam-se no templo e nas casas (46). Louvavam a Deus e contavam com a simpatia de todo o povo. “Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos” (47).
Era uma comunidade do amor porque tinham a presença do Cristo ressuscitado e confiavam na Misericórdia do Senhor. Isso fez a igreja crescer em número de salvos.
Como transformar nossa igreja na comunidade do amor? O que podemos fazer concretamente? O que você fará concretamente?

III. Celebrando o Jesus Misericordioso - Salmos 118.1-4, 13-15, 22-24
O Salmo 118 inicia com uma convocação a celebração (1): “Rendei graças ao SENHOR, porque ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre”.
O salmista afirma que a misericórdia do Senhor é eterna (2-4) e precisa ser divulgada, pois ela nos ampara (13 - Empurraram-me violentamente para me fazer cair, porém o SENHOR me amparou), fortalece e nos salva (14).
O salmo profetiza sobre Jesus como a nossa pedra angular de salvação. Sua ressurreição e misericórdia nos faz regozijar e alegrar (22-24) para sempre.
Por isso, nossa vida precisa ser de celebração ao Jesus misericordioso. Não podemos viver dando lugar às criticas e as murmurações. Precisamos substituir todas as palavras de derrotas por palavras de ação de graças e fé. Diga sempre: Com Jesus é só vitória!
Você tem a prática de viver murmurando e reclamando?
Sua vida tem sido uma celebração ao Jesus misericordioso?

IV. Crendo no Jesus Misericordioso - I Pedro 1.3-9
A Misericórdia do Senhor nos regenerou para uma vida de esperança. Pedro diz (3): “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos”.
Cremos que hoje temos uma (4) herança incorruptível, sem mácula, imarcescível (o que é impossível de corromper, incorruptível), reservada nos céus.
Cremos que somos (5) guardados pelo poder de Deus para a salvação preparada para revelar-se no último tempo.
            Por isso, precisamos nos alegrar, mesmo que estejamos passando por tristezas e provações (6). São nas lutas que confirmamos a nossa fé e louvamos ao Senhor (7).
            A igreja crê no Jesus misericordioso e é vencedora. Pedro diz que a igreja era diferente da atitude de Tomé (8,9): “a quem (Jesus) não havendo visto, amais; no qual, não vendo agora, mas crendo, exultais com alegria indizível e cheia de glória, obtendo o fim da vossa fé: a salvação da vossa alma”.
            Somos movidos pela fé. Cremos e obtemos a vitória na misericórdia do Senhor.
            Como está o seu nível de fé?
            Você consegue se alegrar no Senhor mesmo nos momentos de provações e tristezas?

Conclusão:
            Hoje fomos desafiados a agir na fé baseados na misericórdia do Senhor. Esta fé nos levará a ser o que Deus deseja que sejamos em todas as áreas de nossa vida. Com Jesus é só vitoria!

Oração:
Pai celestial, libertaste-nos do poder do pecado e trouxeste-nos para o reino de teu Filho; concede que Aquele cuja morte nos restaurou à vida, pela sua presença entre nós, nos erga até às alegrias eternas. Mediante Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.