quarta-feira, 19 de abril de 2017

2º Domingo da Páscoa - Ano A

2º Domingo da Páscoa
A Misericórdia do Senhor
At 2.42-47 / Sl 118.1-4, 13-15, 22-24 / I Pe 1.3-9 / João 20.19-31

Resultado de imagem para Jesus e tomé icone

O Segundo domingo da Páscoa fala do Cristo Misericordioso que aparece a Tomé. Nosso roteiro irá da trabalhar a fé na misericórdia do Senhor. Esta fé nos restabelece para uma vida de vitória, testemunho e serviço. Vamos ler o Evangelho do Jesus Misericordioso e ver a vida e a fé da igreja primitiva. Seremos desafiados a viver em celebração e agir na confiança, mesmo nos momentos mais difíceis.

I. O Jesus Misericordioso - João 20.19-31
Em João 20.19-31 está registrado que Jesus ressuscitado aparece aos apóstolos na noite de domingo (19) e ministra a paz (19), a alegria (20), o comissionamento (21), o Espírito Santo (22) e o poder para perdoar pecados (23).
            Contudo, Tomé não estava presente quando Jesus veio (24) e por não ter tido a experiência de ver Jesus, agiu com incredulidade (25).
            Por isso, Jesus em sua misericórdia, aparece oito dias depois e diz a Tomé (27): “Põe aqui o dedo e vê as minhas mãos; chega também a mão e põe-na no meu lado; não sejas incrédulo, mas crente”. Tomé é restaurado pela misericórdia do Senhor e diz (28): “Senhor meu e Deus meu”!
Jesus declara (29): “Porque me viste, creste? Bem-aventurados os que não viram e creram”. O autor do Evangelho conclui que os sinais (31) “foram registrados para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome”.
Os sinais foram registrados para que creiamos no Senhor. Contudo a nossa incredulidade pode nos atrapalhar de viver o melhor de Deus. Por isso necessitamos do Jesus misericordioso que vem renovar nossa vida e nos dá nova chance.
Você já agiu com incredulidade? Hoje você precisa da misericórdia de Deus para que área de sua vida? Tomé não estava na igreja e perdeu as bênçãos das ministrações do Senhor. O que aprendemos com esta história?

II. A Igreja do Jesus misericordioso - Atos 2.42-47
            A Igreja primitiva permaneceu firme na fé porque confiava no Jesus misericordioso.
            Atos 2.42-47 diz que a comunidade firmada na misericórdia do Senhor, perseverava na doutrina dos apóstolos, na comunhão, no partir do pão e nas orações (42). Havia temor, sinais e prodígios (43). A unidade era notória (44) e o amor estava presente no desprendimento e na caridade (45).
            Os discípulos reuniam-se no templo e nas casas (46). Louvavam a Deus e contavam com a simpatia de todo o povo. “Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos” (47).
Era uma comunidade do amor porque tinham a presença do Cristo ressuscitado e confiavam na Misericórdia do Senhor. Isso fez a igreja crescer em número de salvos.
Como transformar nossa igreja na comunidade do amor? O que podemos fazer concretamente? O que você fará concretamente?

III. Celebrando o Jesus Misericordioso - Salmos 118.1-4, 13-15, 22-24
O Salmo 118 inicia com uma convocação a celebração (1): “Rendei graças ao SENHOR, porque ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre”.
O salmista afirma que a misericórdia do Senhor é eterna (2-4) e precisa ser divulgada, pois ela nos ampara (13 - Empurraram-me violentamente para me fazer cair, porém o SENHOR me amparou), fortalece e nos salva (14).
O salmo profetiza sobre Jesus como a nossa pedra angular de salvação. Sua ressurreição e misericórdia nos faz regozijar e alegrar (22-24) para sempre.
Por isso, nossa vida precisa ser de celebração ao Jesus misericordioso. Não podemos viver dando lugar às criticas e as murmurações. Precisamos substituir todas as palavras de derrotas por palavras de ação de graças e fé. Diga sempre: Com Jesus é só vitória!
Você tem a prática de viver murmurando e reclamando?
Sua vida tem sido uma celebração ao Jesus misericordioso?

IV. Crendo no Jesus Misericordioso - I Pedro 1.3-9
A Misericórdia do Senhor nos regenerou para uma vida de esperança. Pedro diz (3): “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos”.
Cremos que hoje temos uma (4) herança incorruptível, sem mácula, imarcescível (o que é impossível de corromper, incorruptível), reservada nos céus.
Cremos que somos (5) guardados pelo poder de Deus para a salvação preparada para revelar-se no último tempo.
            Por isso, precisamos nos alegrar, mesmo que estejamos passando por tristezas e provações (6). São nas lutas que confirmamos a nossa fé e louvamos ao Senhor (7).
            A igreja crê no Jesus misericordioso e é vencedora. Pedro diz que a igreja era diferente da atitude de Tomé (8,9): “a quem (Jesus) não havendo visto, amais; no qual, não vendo agora, mas crendo, exultais com alegria indizível e cheia de glória, obtendo o fim da vossa fé: a salvação da vossa alma”.
            Somos movidos pela fé. Cremos e obtemos a vitória na misericórdia do Senhor.
            Como está o seu nível de fé?
            Você consegue se alegrar no Senhor mesmo nos momentos de provações e tristezas?

Conclusão:
            Hoje fomos desafiados a agir na fé baseados na misericórdia do Senhor. Esta fé nos levará a ser o que Deus deseja que sejamos em todas as áreas de nossa vida. Com Jesus é só vitoria!

Oração:
Pai celestial, libertaste-nos do poder do pecado e trouxeste-nos para o reino de teu Filho; concede que Aquele cuja morte nos restaurou à vida, pela sua presença entre nós, nos erga até às alegrias eternas. Mediante Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.




quarta-feira, 12 de abril de 2017

A Ressurreição do Senhor - Ano A

A Ressurreição do Senhor
A Vida da Ressurreição
At 10.34,37-43 / Sl 118 / I Co 5.6-8 / João 20.1-9.

Resultado de imagem para Ressurreição do Senhor icone 

Hoje conversaremos sobre a Vida da Ressurreição. A ressurreição do Senhor Jesus ressuscitou nosso espírito. Somos vida nova. Ressuscitados para uma nova vida. 
A Páscoa do Senhor dura sete semanas. Terá seu encerramento apenas no dia de Pentecostes. A Ressurreição é o centro do nosso culto a Deus. Paulo diz: “Se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé” (I Co 15.14).
Na quinta-feira Santa meditamos na Páscoa da Ceia. Na sexta-feira Santa na Páscoa da Paixão e no domingo na Páscoa da Ressurreição. Viver a vida da Ressurreição é um desafio diário para cada discípulo.  Hoje aprenderemos a viver esta vida na alegria, no testemunho, na celebração e na santidade.   

I. A Vida da Ressurreição e a Alegria - João 20.1-9
O Evangelho de João 20.1-9 narra as experiências de Maria Madalena, Pedro e João diante do túmulo vazio do Senhor.
Maria Madalena encontra a pedra revolvida e volta dizendo (2): “Tiraram do sepulcro o Senhor, e não sabemos onde o puseram”.
Pedro e João são os únicos com coragem para ir ao sepulcro do Senhor. João chega primeiro e não entra. Pedro chega depois, entra e vê os lençóis de linho que envolvia o corpo e do outro lado o lenço que estivera sobre a cabeça do Senhor. O Evangelho diz que João viu e creu. Pois, até aquele momento (9) “não tinham compreendido a Escritura, que era necessário ressuscitar ele dentre os mortos”.
Enquanto não compreendemos a ressurreição do Senhor, não conseguimos crer na vida da ressurreição que já possuímos em Cristo.
Maria, ainda crendo na morte e no sumiço do corpo do Senhor, fica junto ao túmulo chorando. O senhor ressuscitado a encontra (João 20.10-18).
Agora Maria corre novamente para falar aos apóstolos. Contudo, sua nova mensagem é (18): “Vi o Senhor!”
Antes era uma mensagem de desespero. Não viu o corpo e interpretou que o mesmo fora roubado. Agora, ao ver o Senhor, sua mensagem é verdadeira. Grita com toda alegria: Vi o Senhor.
Quando temos a vida da ressurreição todo desespero é transformado em alegria e esperança.
Muitas vezes interpretamos a vida baseados no desespero e na incredulidade. Contudo, quando temos um relacionamento com o Senhor ressuscitado, passamos a ver a vida a partir da ótica do céu. Passamos a ter uma nova vida da ressurreição. Nosso testemunho passa a ser baseado em nossa verdadeira experiência com o Senhor e com a fé. Nosso testemunho nasce da vida da ressurreição que já está em cada um de nós.

II. A Vida da Ressurreição e o Testemunho - Atos 10.34,37-43
Jesus ressuscitou na madrugada de domingo. A ressurreição de Cristo fortaleceu o testemunho dos apóstolos. Este fato que os motivou a pregar sem medo o Evangelho da Graça do Senhor. Antes da ressurreição, Pedro tinha medo de ser preso e negou Jesus três vezes. Após a ressurreição e o Pentecostes, passou a ser destemido e valente. Tinha um testemunho de vida. Ele viu o Senhor e passou a ter a Vida da Ressurreição.
Em Atos 10.34-43 Pedro está em Jerusalém pregando a ressurreição de Cristo com ousadia. Ele ensina que Deus não faz acepção de pessoas (34-35), mas que trouxe o Evangelho da paz para todos por meio de Jesus Cristo que é Senhor de todos (36).
Afirma ainda que é testemunha, juntamente com os apóstolos, de (39) “de tudo o que ele fez na terra dos judeus e em Jerusalém”, de sua morte e ressurreição.
Pedro diz (40-43): “ A este ressuscitou Deus no terceiro dia e concedeu que fosse manifesto, não a todo o povo, mas às testemunhas que foram anteriormente escolhidas por Deus, isto é, a nós que comemos e bebemos com ele, depois que ressurgiu dentre os mortos; e nos mandou pregar ao povo e testificar que ele é quem foi constituído por Deus Juiz de vivos e de mortos.Dele todos os profetas dão testemunho de que, por meio de seu nome, todo aquele que nele crê recebe remissão de pecados”.
A vida da Ressurreição mudou o testemunho de Pedro. Passou a ser ousado e confiante. Quando recebemos a vida da ressurreição em nosso espírito, passamos a ter um testemunho de coragem e ousadia. Falamos do que vivemos. Sabemos que já somos ressuscitados com Cristo no espírito (Leia Efésios 2.6).

III. A Vida da Ressurreição e a Celebração - Salmo 118
A Páscoa do Senhor é a celebração da vida da ressurreição em nós.
A Ressurreição do Senhor no domingo de Páscoa estava profetizada nas páginas do Antigo testamento. Os cristãos sempre identificaram o Salmo 118 como uma profecia sobre a ressurreição de Cristo.
A ressurreição fala da misericórdia (1,2) e do poder de Deus que faz proezas (16).
O Filho declara (17): “Não morrerei; antes, viverei e contarei as obras do SENHOR.
A ressurreição foi uma porta aberta para todos os que crerem no Filho (19,20). Ele é a pedra angular. Jesus foi rejeitado pelo povo que pediu sua morte, mas se transformou na Pedra principal da construção (22,23).
Hoje somos convidados a celebrar a vida da ressurreição com alegria (24): “Este é o dia que o SENHOR fez; regozijemo-nos e alegremo-nos nele.
A Páscoa é mais do que uma festa da família. É a grande celebração da vida da ressurreição que Cristo Jesus nos trouxe mediante sua morte e ressurreição. É dia de muita festa. Celebre o que Jesus fez em seu espírito.

IV. A Vida da Ressurreição e a Santidade - I Co 5.6-8
Na Páscoa, no crepúsculo do dia 14 de Nissan (calendário judaico) era sacrificado o cordeiro pascal. Ele era assado e comido pelas famílias.
Jesus morreu na cruz na tarde do dia 14 de Nissan e se transformou em nosso Cordeiro Pascal que tirou o Pecado do mundo e nos deu a vida da Ressurreição.
Ele é o nosso Cordeiro Pascal que ressuscitou dentre os mortos. A ressurreição de Cristo se deu em meio às comemorações da Páscoa, da Festa dos Pães Asmos e no dia da Festa das Primícias (a festa dos Pães Asmos começava na Páscoa e era comemorada durante sete dias. Nestes dias não podia haver fermento em nenhuma casa).
             Paulo, em I Coríntios 5.6-8, utiliza da figura da Festa dos Pães Asmos para falar da vida santificada após o encontro com Cristo ressuscitado.
Ele diz (6-8): “Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda? Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova massa, como sois, de fato, sem fermento. Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado. Por isso, celebremos a festa não com o velho fermento, nem com o fermento da maldade e da malícia, e sim com os asmos da sinceridade e da verdade.
A Vida da Ressurreição em nós lança fora todo o pecado.
Jesus é a nossa Páscoa e nós agora precisamos viver os dias dos Pães Asmos. Sem pecado. Sem o fermento da maldade. Este é o nosso compromisso com a Vida da ressurreição. Isso significa que Jesus morreu e ressuscitou e nós devemos viver uma vida de santidade, sem a prática do pecado (o fermento). Glorificamos o Cordeiro Pascal com novas atitudes, nova vida; com a vida da Ressurreição.

Conclusão:
            A Páscoa de Cristo (Morte e Ressurreição) foi um esforço de Deus para a nossa salvação. Com sua morte e ressurreição, recebemos a vida da ressurreição em nosso espírito. Não podemos mais viver derrotados como antes. Agora somos mais do que vencedores. Jesus nos ressuscitou espiritualmente para uma nova vida. Aguardamos a ressurreição dos mortos vivendo a ressurreição da vida em cada área da nossa existência. Aleluia! Jesus ressuscitou! Ele ressuscitou realmente!


Oração
Ó Deus, que para a nossa redenção entregaste o teu unigênito Filho à morte de cruz, e pela tua gloriosa ressurreição nos libertaste do poder de nosso inimigo; concede que morramos diariamente para o pecado, a fim de que vivamos sempre com Ele na alegria de sua ressurreição; mediante Jesus Cristo, teu Filho, nosso Senhor, que vive e reina contigo e com o Espírito Santo, um só Deus, agora e sempre. Amém

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Domingo de Ramos e da Paixão Semana Santa - Ano A



Domingo de Ramos e da Paixão
Semana Santa
Is 50.4-7 / Sl 22.8-9,17-24 / Fl 2.6-11 / Mateus 26.14-27.66

Resultado de imagem para Domingo de Ramos Icone

No domingo de Ramos tem início a chamada Semana Santa. Nesta semana lembramos o mistério da morte e ressurreição do Senhor. No domingo o Senhor entra em Jerusalém e o povo o acolhe com ramos e gritos Hosanas. Na quinta-feira Jesus celebra a Santa Ceia e é preso no Jardim do Getsêmani. Na sexta-feira é condenado e morto na cruz. No sábado seu corpo descansa na sepultura, mas em espírito vai ao inferno triunfar sobre a morte. Ele tem a chave da morte e do inferno. No domingo o Senhor ressuscita dentre os mortos e sela a nossa salvação.
Hoje veremos o relato da Paixão de Cristo iniciado na quinta-feira Santa e depois escutaremos as profecias e a explicação paulina sobre a morte do Senhor e sua exaltação.


Resultado de imagem para Jesus na cruz icone

I. O Relato da Paixão - Mateus 26.14-27.66 (Leia apenas Mateus 27.32-50).
Em Mateus 26 relata os acontecimentos da quinta-feira santa. Os sacerdotes pagam 30 moedas de prata para Judas entregar Jesus (14-16). Logo após os discípulos encontram um local em Jerusalém para celebrar a Páscoa judaica (17-19).
            Na celebração da Páscoa Jesus revela que seria traído. Isso causou um desconforto nos discípulos. Jesus dá um sinal e Judas se autoacusa. (20-25). Ainda na celebração, o Senhor Jesus institui a Eucaristia: a Santa Ceia como memória de sua morte que iria acontecer no dia seguinte (26-29).
Após a ceia pascal Jesus vai orar no jardim do Getsêmani, no Monte das Oliveiras (30). Quando Jesus profetiza que seus discípulos o abandonaria ainda naquela mesma noite, Pedro afirma que ele jamais o abandonaria, então o Senhor lhe diz (34): “Em verdade te digo que, nesta mesma noite, antes que o galo cante, tu me negarás três vezes”.
            Chegando ao Getsêmani, Jesus leva Pedro, Tiago e João para um lugar mais distante e confessa que está angustiado até a morte (36-38). Jesus ora três vezes a mesma oração: “Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres”. Nas três vezes, o Senhor encontra seus discípulos dormindo (40-46).
Após a terceira vez os soldados do templo chegam com Judas e o prendem após o sinal do beijo (47-50). No início os discípulos tentaram proteger Jesus, mas acabaram fugindo de medo (51-56).
Na mesma noite Jesus é levado a Caifás, sumo-sacerdote, para ser julgado pelo Sinédrio, um grupo de anciãos poderosos em Israel. Ali Jesus é condenado por heresia e blasfêmia. Sofre cuspidas, murros e bofetadas no rosto e no corpo. (57-68). Pedro está no pátio da casa de Caifás e nega Jesus três vezes (69-75).
Mateus, no capítulo 27, relata os acontecimentos da Sexta-feira Santa. Ao romper o dia de sexta-feira (dia da Paixão), Jesus é amarrado e levado a Pilatos para ser morto (Mt 27.1-2). Judas, com remorso, atira para o santuário as moedas de prata e se enforca (3-10).
Diante de Pilatos, o governador romano da Judéia, Jesus é interrogado (11-14).
Pilatos então resolve soltar um preso. Entre Jesus e Barrabás, o povo escolhe Barrabás para ser livre e Jesus para morrer (15-23). Diante da insistência do povo, o governador lava as mãos, coloca a responsabilidade da morte de Jesus sobre os judeus e liberta Barrabás (15-26). Jesus é levado para o pelourinho e sofre nas mãos dos soldados romanos. Logo após é levado para ser crucificado (27-31).
Na Via dolorosa, Jesus é auxiliado por Simão, o cirineu, a carregar a cruz (32). No Calvário é crucificado ao lado de dois ladrões e recebe por cima de sua cabeça a acusação escrita (32-37): “ESTE É JESUS, O REI DOS JUDEUS”. O povo, os sacerdotes e o ladrão da cruz blasfemaram de Jesus (38-44). Ele recebe vinagre no lugar de água, clama em alta voz ao Pai e morre (45-50).
O véu do templo se rasgou, a terra tremeu e muitos servos de Deus ressuscitaram (51-53). O centurião se converte (54) reconhecendo que Jesus era o Filho de Deus. As mulheres discípulas permaneceram de longe observando (55,56).
José, homem rico de Arimatéia, conseguiu permissão para sepultar Jesus (57-60). Maria Madalena e outra discípula chamada Maria permaneceram sentadas em frente da sepultura (61). Os judeus, com medo dos discípulos roubarem o corpo do Senhor, solicitam de Pilatos uma escolta para guardar o sepulcro (62-66).
Assim termina o relato da paixão segundo Mateus. Jesus é o Cordeiro de Deus que morre para a nossa salvação.
Como podemos mostrar nossa gratidão pelo sacrifício do Senhor na cruz? Por que somos salvos pela morte de Jesus?

Resultado de imagem para Jesus na cruz icone

II. Profecias do Sofrimento (Isaías 50.4-7).
            O profeta Isaías fala que o Cristo viria pregar a Palavra de Deus e reanimaria as vidas (4).
Diante do sofrimento da cruz, não seria rebelde a vontade do Pai, antes, obedeceria tudo que estava previsto para Ele (5). O Cristo se ofereceria para ser ferido e não fugiria do sofrimento (6).
Seria ajudado pelo Pai e não se sentiria envergonhado (7): “Porque o SENHOR Deus me ajudou, pelo que não me senti envergonhado; por isso, fiz o meu rosto como um seixo e sei que não serei envergonhado”.
Jesus não se envergonhou de nos amar até o fim. Por isso, não podemos nos envergonhar de seguir Jesus e sermos reconhecidos como seus discípulos.
Você tem vergonha de sofrer por Jesus? Você já sofreu pelo Senhor? Você conhece relatos de crentes que sofrem pelo Senhor?

Imagem relacionada

III. Profecias da Morte na Cruz (Salmo 22.8-9,17-24).
            O salmo 22 relata a Paixão do Senhor com muitos detalhes proféticos.
Relata a oração de Cristo na cruz (1): “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste”?
Afirma que Ele seria desprezado (6): “Mas eu sou verme e não homem; opróbrio dos homens e desprezado do povo”.
Receberia zombarias: (7,8): “Todos os que me vêem zombam de mim; afrouxam os lábios e meneiam a cabeça: Confiou no SENHOR! Livre-o ele; salve-o, pois nele tem prazer”.
Fala de sua fraqueza física na cruz (14-15): “Derramei-me como água, e todos os meus ossos se desconjuntaram; meu coração fez-se como cera, derreteu-se dentro de mim. Secou-se o meu vigor, como um caco de barro, e a língua se me apega ao céu da boca; assim, me deitas no pó da morte”.
            E que suas vestes seriam repartidas e sobre sua túnica deitariam sortes (18).
            Nada aconteceu por acaso. Tudo foi previsto nas Escrituras. Todo sofrimento para a nossa salvação.
            Você já compartilhou a história do sofrimento do Senhor para seus amigos? Já conseguiu levar algum amigo a Jesus?

Resultado de imagem para Jesus sepultado ícone

IV. Resultado do sofrimento do Senhor (Filipenses 2.6-11)
Paulo explica o sofrimento do Senhor como caminho de humildade e exaltação.
A cruz fala de Sua humildade (6-8): “...a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz”.
            E também de sua exaltação (9): “Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome”.
            Com isso, todos irão reconhecer seu senhorio nos final dos tempos (10-11): “para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai”.
            Você tem seguido o exemplo de humildade do Senhor? As pessoas veem humildade em sua vida?

Conclusão:
            Semana Santa é a recordação da nossa salvação conquistada na cruz do Calvário. Recordamos os passos do Senhor para nos conquistar. Fomos comprados no sangue e no corpo do Senhor. Ele nos livrou e nos deu a missão de contar esta história de Salvação, pois esta história só tem valor para o mundo se mudar nossa vida e ser testemunhada a todos os homens.


Oração
Onipotente e Eterno Deus, de tal modo amaste o mundo, que enviaste teu Filho, nosso Salvador Jesus Cristo, para tomar sobre si a nossa carne e sofrer morte na cruz, dando ao gênero humano exemplo de sua profunda humildade; concede, em tua misericórdia, que imitemos a sua paciência no sofrimento e possamos participar também de sua ressurreição; mediante o mesmo Jesus Cristo, nosso Senhor, que vive e reina contigo e com o Espírito Santo, um só Deus, agora e sempre. Amém 

segunda-feira, 27 de março de 2017

5º Domingo da Quaresma - Ano A

5º Domingo da Quaresma
O Poder sobre a morte
Ez 37.12-14 / Sl 130 / Rm 8.8-11 / João 11.1-45

Resultado de imagem para A ressurreição de Lázaro


            Hoje a Palavra de Deus nos levará a encontrar com o Senhor Jesus que tem o poder sobre a morte. Muitas vezes nossas emoções, esperanças e fé estão sepultadas. Contudo, Jesus Cristo morreu e ressuscitou para ser a nossa ressurreição. Ele tem o poder sobre a morte; o poder sobre todos os tipos de morte; e deseja nos dá a ressurreição e a vida.

I. Jesus é a ressurreição e a vida - João 11.1-45
Em João 11 está o relato da ressurreição de Lázaro. A Bíblia diz que Lázaro, irmão de Marta e Maria, estava enfermo (1).
Apesar de Jesus amar aquela família de uma forma especial, quando soube que Lázaro estava doente, ainda se demorou dois dias no lugar onde estava.
            O projeto do Senhor Jesus era que Lázaro morresse para que pudesse manifestar a glória da ressurreição. O Senhor diz aos seus discípulos (14,15): “Lázaro morreu; e por vossa causa me alegro de que lá não estivesse, para que possais crer”.
            Quando chegou a aldeia de Betânia, Lázaro já havia morrido quatro dias. Marta vai ao encontro de Jesus e lhe diz (21,22): “Senhor, se estiveras aqui, não teria morrido meu irmão. Mas também sei que, mesmo agora, tudo quanto pedires a Deus, Deus to concederá”.
Jesus a conforta dizendo (23): “Teu irmão há de ressurgir”. E ela responde (24): “Eu sei que ele há de ressurgir na ressurreição, no último dia”.
            Jesus então declara (25): “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim não morrerá, eternamente. Crês isto”?
            Marta então declara sua fé em Jesus como o Cristo de Deus (27) e vai chamar Maria. Quando Maria chega ao lugar onde estava Jesus, diz (32): “Senhor, se estiveras aqui, meu irmão não teria morrido”.
O Senhor fica comovido com a angústia de Maria (33) e quando vê a sepultura, chora (35).
Os judeus então dizem (36): “Vede quanto o amava”. Outros diziam (37): “Não podia ele, que abriu os olhos ao cego, fazer que este não morresse”?
            Quando Jesus da ordem para retirar a pedra, Marta diz que já cheirava mal porque já estava sepultado há quatro dias. Então Jesus declara (4): “Não te disse eu que, se creres, verás a glória de Deus”?
            Após orar, Ele ministra ao morto (43): “Lázaro, vem para fora”!     Lázaro voltou à vida. Jesus então ordena (44): “Desatai-o e deixai-o ir”.
            Por causa desse milagre, muitos que tinham vindo visitar Maria, vendo o milagre, voltaram crendo em Jesus.
            Aprendemos neste Evangelho que Jesus é a ressurreição e a vida. Se crermos, veremos a glória de Deus em todos os aspectos da nossa existência.
            Para os apóstolos e para as irmãs de Lázaro, Jesus havia demorado. Contudo, todas as coisas estavam nos planos de Deus. Jesus é a ressurreição e a vida.
            Você tem confiado em Deus mesmo nas horas difíceis?

II. Jesus é a ressurreição e a vida quando nossas Esperanças estão sepultadas - Ezequiel 37.12-14
Ezequiel 37 é o famoso texto do vale de ossos secos. O povo estava escravizado na Babilônia e sem esperança. Estava vivendo como pessoas mortas de esperança. Todos os sonhos haviam sido sepultados.
Mas o profeta foi enviado para profetizar a vida da ressurreição.
No versículo 12 Deus diz ao profeta: “Portanto, profetiza e dize-lhes: Assim diz o SENHOR Deus: Eis que abrirei a vossa sepultura, e vos farei sair dela, ó povo meu, e vos trarei à terra de Israel. Sabereis que eu sou o SENHOR, quando eu abrir a vossa sepultura e vos fizer sair dela, ó povo meu”.
Ezequiel foi levantado para ressuscitar a esperança do povo. Com o Espírito Santo, o povo estaria vivo novamente, voltaria para sua terra e saberia que Deus é o Senhor: (14) “Porei em vós o meu Espírito, e vivereis, e vos estabelecerei na vossa própria terra. Então, sabereis que eu, o SENHOR, disse isto e o fiz, diz o SENHOR”.
Existe alguma área de sua vida que sua esperança está morta e sepultada?

III. Jesus é a ressurreição e a vida quando nossas Emoções sepultadas - Salmo 130
Muitas vezes estamos em sepulcros espirituais. Nossas emoções estão impedidas de conseguir ver a vida e o melhor da vida que Deus deseja nos mostrar.
É neste momento que precisamos orar como o salmista no Salmo 130. Ele diz (1,2): “Das profundezas clamo a ti, SENHOR. Escuta, Senhor, a minha voz; estejam alertas os teus ouvidos às minhas súplicas”.
A pior das sepulturas é a culpa. Por isso, precisamos entender que ninguém consegue justificar a si próprio (3), contudo, em Deus está o nosso perdão (4).
Precisamos sair da sepultura da derrota e aprender a aguardar em Deus.
O salmista diz (5,6): “Aguardo o SENHOR, a minha alma o aguarda; eu espero na sua palavra. A minha alma anseia pelo Senhor mais do que os guardas pelo romper da manhã. Mais do que os guardas pelo romper da manhã”.
O salmista termina orientando Israel a esperar na misericórdia e na redenção do Senhor (7,8).
Jesus nos retira da sepultura e nos coloca vivos de esperança.
Você está vivo emocionalmente e tem aproveitado a vida de Deus? Como está seu coração hoje? Doente, morto ou sarado?

IV. Jesus nos ressuscita para uma nova vida - Romanos 8.8-11
Cristo nos ressuscitou espiritualmente para uma nova vida com valores novos.
Não andamos mais nas vontades da carne, mas na vontade do Senhor.
            É exatamente isso que Paulo ensina em Romanos 8.8-11.
Quem está na carne não pode agradar a Deus (8). Se não fossemos ressuscitados espiritualmente não conseguiríamos agradar o Senhor.
Por isso Paulo diz (9): “Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se, de fato, o Espírito de Deus habita em vós. E, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele”.
Hoje estamos mortos para o pecado e vivos para Deus porque Cristo está em nós (10).
Nosso corpo foi vivificado pelo Espírito Santo. Paulo diz (11): “Se habita em vós o Espírito daquele que ressuscitou a Jesus dentre os mortos, esse mesmo que ressuscitou a Cristo Jesus dentre os mortos vivificará também o vosso corpo mortal, por meio do seu Espírito, que em vós habita”.
Você se sente ressuscitado espiritualmente? Como é sua nova vida em Cristo? Você que ainda não tem a nova vida, deseja aceitar Jesus como Senhor e Salvador?

Conclusão:
            A Semana Santa é a narrativa da nossa vitória. Jesus morre na cruz, pega a chave da morte e do inferno e ressuscita para nos dá vida nova, nova esperança e qualidade de vida. Deixamos na cruz nosso passado e podemos viver eternamente o domingo da ressurreição. Esta é a mensagem da Semana Santa. Só Jesus tem o poder sobre a morte.


Oração
Onipotente Deus, Tu somente podes colocar em ordem a vontade e as afeições desordenadas dos pecadores. Concede ao teu povo a graça de amar o que ordenas e desejar o que prometes; para que, entre as inconstâncias do mundo, permaneçam nossos corações firmados lá onde se acha a verdadeira alegria, por nosso Senhor Jesus Cristo, que vive e reina contigo e com o Espírito Santo, um só Deus, agora e sempre. Amém. 



Resultado de imagem para A ressurreição de LázaroDesenho de Giotto di Bondone mais conhecido simplesmente por Giotto, (Colle Vespignano, 1266 — Florença, 1337) foi um pintor e arquiteto italiano. Nasceu perto de Florença, foi discípulo de Cinni di Pepo, mais conhecido na história da arte pela introdução da perspectiva na pintura, durante o Renascimento. Devido ao alto grau de inovação de seu trabalho (ele é considerado o introdutor da perspectiva na pintura da época), Giotto é considerado por Bocaccio o precursor da pintura renascentista. Ele é considerado o elo entre o renascimento e a pintura medieval e a bizantina.

quarta-feira, 22 de março de 2017

4º Domingo da Quaresma - Ano A

4º Domingo da Quaresma
Jesus, a nossa luz
I Sl 16.1-13 / Sl 23.1-6 / Ef 5.8-14 / João 9.1-41

Imagem relacionada

O Quarto domingo da Quaresma é chamado de “Domingo Laetare” (domingo da Alegria). Este nome está relacionado com o texto bíblico que era cantado na abertura do culto: Isaías 66. 10-11 – (Laetare Ierusalém) "Alegra-te Jerusalém! Reuni-vos, vós todos que a amais; vós que estais tristes, exultai de alegria! Saciai-vos com a abundância de suas consolações".
A nossa grande alegria é ter Jesus como nossa luz. Hoje aprenderemos a ver Jesus como a luz que nos cura, nos ajuda nas escolhas da vida, nos guia e nos faz andar em santidade.

I. Jesus é a Luz que nos Cura - João 9.1-41
No Evangelho de João 9 temos o relato da cura do cego de nascença em Jerusalém.  Ao ver o cego e os discípulos perguntam (2): “Mestre, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego”? Jesus responde (3): “Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi para que se manifestem nele as obras de Deus”.
Antes de curá-lo, o Senhor declara (5): “Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo”. Logo após, (6) cuspiu na terra e, tendo feito lodo com a saliva, aplicou-o aos olhos do cego, e mandou lavar no tanque de Siloé. Ele foi, lavou-se e voltou vendo.
Os vizinhos o reconhecem e ficam admirados de sua cura. Ele então dá o primeiro testemunho sobre o “homem chamado Jesus” que o curou (8-12).
Depois é levado aos fariseus, dá o segundo testemunho (13-15). Por causa da cura ter sido realizada em um sábado, alguns fariseus chamam Jesus de pecador (16). O homem então dá o terceiro testemunho dizendo que Jesus é um profeta (17).
Seus pais são chamados e dão testemunho de que de fato ele era cego, mas, com medo, não falam da cura efetuada por Jesus (18-23).
Novamente o cego é chamado para dar seu testemunho (o quarto testemunho). Os fariseus dizem (24): “Dá glória a Deus; nós sabemos que esse homem é pecador”. O cego responde (25): “Se é pecador, não sei; uma coisa sei: eu era cego e agora vejo”.
Com coragem o cego enfrenta os fariseus e testemunha de Jesus pela quinta vez (27-33). Com isso ele foi expulso da presença dos fariseus (34), mas pode encontrar com Jesus e fazer sua profissão de fé (35-38).
Jesus então aproveita para explicar sua missão (39): “Eu vim a este mundo para juízo, a fim de que os que não veem vejam, e os que veem se tornem cegos”. Uns fariseus, ouvindo isso lhe perguntaram (40): “Acaso, também nós somos cegos”? Jesus lhes responde (41): “Se fôsseis cegos, não teríeis pecado algum; mas, porque agora dizeis: Nós vemos, subsiste o vosso pecado”.
Jesus é a luz que nos cura para que possamos enxergar a vida com os olhos da fé.
Quando você começou a ver a vida com os olhos da fé em Jesus?

II. Jesus é a Luz que nos ajuda nas escolhas da vida - I Samuel 16.1-13
Em I Samuel 16.1-13 o profeta é guiado à casa de Jessé para ungir Davi rei no lugar de Saul.
Saul havia rejeitado a luz da obediência. Optou pelas trevas e foi rejeitado pelo Senhor. Por isso Deus diz ao profeta Samuel (1): “Até quando terás pena de Saul, havendo-o eu rejeitado, para que não reine sobre Israel? Enche um chifre de azeite e vem; enviar-te-ei a Jessé, o belemita; porque, dentre os seus filhos, me provi de um rei”.
            Como Samuel pode saber quem era o escolhido do Senhor? Não dava para enxergar fisicamente. Samuel teve que ter visão espiritual e ouvir a voz de Deus.
            Ele teve em sua frente os sete filhos de Jessé, mas todos eles foram rejeitados pelo Senhor. Quando Samuel pensava ser Eliabe, o Senhor disse (7): “Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura, porque o rejeitei; porque o SENHOR não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o SENHOR, o coração”.
            Faltou apenas o mais moço, que estava apascentando as ovelhas. A pedido de Samuel, Jessé mandou chamá-lo. (12) “Era ele ruivo, de belos olhos e boa aparência”.
O Senhor disse a Samuel (12): “Levanta-te e unge-o, pois este é ele”.
Tomou Samuel o chifre do azeite e o ungiu no meio de seus irmãos; e, daquele dia em diante, o Espírito do SENHOR se apossou de Davi (13).
Deus guiou Samuel para fazer a escolha certa. Ele teve a luz de Deus que o dirigiu.
Jesus é esta luz que nos dirige a fazer as escolhas certas. Escolher é muito difícil. Somente com o auxílio de Jesus poderemos escolher o melhor para nossas vidas.
Você tem que tomar algumas decisões importantes na vida? Deseja que oremos por você agora? 

III. Jesus é a luz que nos Guia - Salmo 23.1-6
O salmista no Salmo 23 nos ensina que o Senhor, como pastor de nossas almas, nos guiará sempre na luz.
Temos certeza de que nada nos faltará (1). Ele nos levará para pastos verdes e águas tranquilas (2), nos dará refrigério e nos guiará por caminhos de justiça (3).
Mesmo nos momentos de “vale de sombra da morte” não temeremos (4), pois Ele estará nos guiando com sua vara e seu bordão. Ele nos fará vencedor diante dos adversários, nos ungirá e nos prosperará (5).
O salmista termina dizendo (6): “Bondade e misericórdia certamente me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na Casa do SENHOR para todo o sempre”.
Quem tem Jesus nunca ficará perdido. Ele promete ser a luz que nos guiará.
Você tem sido guiado por Jesus ou por suas próprias vontades e necessidades?

IV. Jesus é a Luz que nos faz andar em santidade - Efésios 5.8-14
Paulo, escrevendo aos Efésios 5.8-14 diz que éramos trevas. Agora somos luz e devemos andar na luz (8). O fruto da luz é bondade, justiça e verdade (9).
Andando na luz conseguimos provar o que é agradável ao Senhor (10).
Por isso, não podemos mais ser cúmplices nas obras das trevas, no pecado dos outros, antes, devemos reprovar (11).
Paulo diz (12,13): “Porque o que eles fazem em oculto, o só referir é vergonha. Mas todas as coisas, quando reprovadas pela luz, se tornam manifestas; porque tudo que se manifesta é luz”.
O apelo de Deus é claro (14): “Desperta, ó tu que dormes, levanta-te de entre os mortos, e Cristo te iluminará”.
Quem está na luz de Cristo não anda nas trevas e reprova as obras das trevas.
Você tem sido cúmplice com as obras das trevas ou tem sido uma testemunha da luz? Conte seu testemunho.

Conclusão:
            Hoje celebramos a alegria da luz de Jesus. Ele é a nossa luz. Podemos aceitá-lo como Senhor e Salvador e viver eternamente com o caminho iluminado pelo Evangelho da Graça. Abramos o nosso coração e deixemos que a Luz de Jesus mude nossa vida e nossos relacionamentos. ECS.

Oração
Bendito Pai, cujo Filho Jesus Cristo desceu do céu para ser o verdadeiro Pão que vivifica o mundo; concede-nos sempre esse Pão, para que Ele viva em nós e nós nele, que vive e reina contigo e com o Espírito Santo, um só Deus, agora e sempre. Amém.