terça-feira, 19 de dezembro de 2017

4º Domingo do Advento - Ano B

4º Domingo do Advento
Domingo da Celebração
Lucas 1.26-38

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No quarto domingo do Advento celebramos o Natal do Senhor. É uma preparação para o dia 25 de dezembro. A natividade do Senhor é uma história que nunca se esgota. Precisamos aprender, compreender e ensinar. É o princípio de todo o discipulado. Jesus nasceu para nos Salvar. Nasceu para a Páscoa. Ele é o Cordeiro de Deus que veio para ser imolado por nós. A manjedoura fala de seu estado espiritual de Cordeiro. O Natal precisa ser muito celebrado. Deus veio ao mundo trazer a Salvação e a Alegria a todos os povos. Celebremos o Natal com muita alegria e adoração. A madeira da manjedoura precisa nos levar ao madeiro da cruz.

I. Celebração do Nascimento - Lc 1.26-38
            Lucas relata como foi a concepção de Jesus no ventre de Maria.
            O Anjo Gabriel foi a Nazaré, na casa de uma virgem desposada (noiva) com José que era da descendência messiânica de Davi (26-27).
            As primeiras palavras do anjo foram (28) “Alegra-te, muito favorecida! O Senhor é contigo”.
            Maria ficou muito perturbada (29) tentando entender o que significava aquela saudação (não ficou perturbada com a presença do anjo).
            O anjo explica que ela achou graça diante de Deus. Foi agraciada pelo Senhor (30). Ele diz (31-33): “Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem chamarás pelo nome de Jesus. Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo; Deus, o Senhor, lhe dará o trono de Davi, seu pai; ele reinará para sempre sobre a casa de Jacó, e o seu reinado não terá fim”.
            Diante da pergunta de Maria, o anjo explica como será sua concepção (35): “Descerá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te envolverá com a sua sombra; por isso, também o ente santo que há de nascer será chamado Filho de Deus”.
            O anjo dá um sinal: a gravidez de Isabel; e explica (36,37): “Porque para Deus não haverá impossíveis em todas as suas promessas”.
            Então, disse Maria: “Aqui está a serva do Senhor; que se cumpra em mim conforme a tua palavra”.
            O “Sim” de Maria precisa ser seguido por cada um de nós. Precisamos dizer Sim a vontade de Deus em nossa vida.
            Natal é tempo de Celebração. Que possamos renovar nosso sim a Deus e sermos obedientes ao seu projeto em nossa vida.

II. Celebração do Rei Messias - II Sm 7.1-8, 12,14,16.
            Davi foi o grande Rei de Israel. Deus o escolheu unicamente por sua soberania e graça (8): “Agora, pois, assim dirás ao meu servo Davi: Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Tomei-te da malhada, de detrás das ovelhas, para que fosses príncipe sobre o meu povo, sobre Israel”.
            Logo após está a primeira promessa de que o Messias nasceria da descendência de Davi. Por isso que José, esposo de Maria, teve que ser da descendência de Davi.
            O Senhor diz por boca de Samuel (12): “Quando teus dias se cumprirem e descansares com teus pais, então, farei levantar depois de ti o teu descendente, que procederá de ti, e estabelecerei o seu reino. (14) Eu lhe serei por pai, e ele me será por filho”.
Em Cristo, o reino de Davi seria eterno (16): “Porém a tua casa e o teu reino serão firmados para sempre diante de ti; teu trono será estabelecido para sempre”.
O Natal tem que ser de grande celebração, pois nasceu o Rei Messias prometido a Davi. O Reino eterno de Davi está em Jesus, nosso Senhor.

III. Celebração da Misericórdia - Sl 89.2-5,27,29
            O natal precisa ser uma grande celebração da Misericórdia do Senhor.
            Lembrando diariamente que Jesus nasceu para nos salvar devemos dizer como o salmista (1): “Cantarei para sempre as tuas misericórdias, ó SENHOR; os meus lábios proclamarão a todas as gerações a tua fidelidade”.

            O salmo lembra as promessas do reino messiânico feito a Davi (3,4): “Fiz aliança com o meu escolhido e jurei a Davi, meu servo: Para sempre estabelecerei a tua posteridade e firmarei o teu trono de geração em geração”.

            Jesus é o messias, o filho de Davi, que nasceu para reinar eternamente. Por isso precisamos celebrar para sempre (5): “Celebram os céus as tuas maravilhas, ó SENHOR, e, na assembleia dos santos, a tua fidelidade”.
            Jesus é o Senhor. Seu reino durará para sempre (29): “Farei durar para sempre a sua descendência; e, o seu trono, como os dias do céu”.
            No Natal celebramos a misericórdia do Senhor.

IV. Celebração do Mistério revelado - Rm 16.25-27
            O Natal foi a revelação do mistério de Deus. O que estava oculto foi revelado. Paulo diz (25): “Ora, àquele que é poderoso para vos confirmar segundo o meu evangelho e a pregação de Jesus Cristo, conforme a revelação do mistério guardado em silêncio nos tempos eternos”.
            Jesus nasceu e revelou ao mundo o Evangelho das Boas-novas para a obediência da fé entre todas as nações (26).
            Por causa deste mistério revelado Paulo faz a seguinte doxologia (forma litúrgica que onde se glorifica a grandeza e majestade divina): “ao Deus único e sábio seja dada glória, por meio de Jesus Cristo, pelos séculos dos séculos. Amém”! (27).
            O Natal revelou quem é Deus. Ele veio morar conosco. Louvado seja o Senhor.

Conclusão:
            Natal não é comida, bebida ou festa. Natal é celebração pelo Nascimento do Senhor. Sem esta celebração não existe festa de Natal. Celebre seu Natal com muita alegria. Jesus nasceu!

Oração
Ó Deus Onipotente, purifica a nossa consciência com tua visitação diária, para que o teu Filho Jesus Cristo, na sua vinda em glória, encontre em nós a morada preparada para Si; o qual vive e reina contigo, na unidade do Espírito Santo, um só Deus, agora e sempre. Amém.


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